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Na edição do Jornal da Comunidade do último sábado (29/10), o professor Jefferson Alves de Urani comentou sobre como os assuntos atuais podem ser cobrados em temas de redação. O professor dá aulas no Gran Cursos. A Capitare é responsável pela assessoria de imprensa do Gran Cursos. Confira íntegra da págian aqui.

 

 Tem que saber o que acontece no dia a dia

Para entrar no serviço público, candidatos precisam estudar os temas ligados ao cargo pretendido, os fatos marcantes e as curiosidades do mundo que estão em evidência

Autora: Caroliny Rodrigues

Jornal da Comunidade – 29/10/2011

Saber os acontecimentos relevantes nacionais e internacionais se tornou uma obrigação para os concurseiros. Estar por dentro das notícias não é apenas atualizar-se, mas uma questão determinante para quem deseja ingressar no serviço público. As bancas examinadoras exigem cada vez mais conhecimentos gerais nas provas. “Hoje as questões sobre atualidades representam cerca de 10% da prova, o que é extremamente importante e às vezes decisório”, conta Júlio César Gabriel, professor do Alub, escola preparatória para concurso.

O professor Jefferson Alves de Urani, do Gran Cursos, alerta que a banca responsável por redigir as questões tem total liberdade de incluir o assunto (de atualidades) em qualquer parte da prova. “O candidato deve saber o que está acontecendo, pois ele precisará dessas informações para resolver, também, as questões de interpretação de texto. Muitas vezes o tema da redação está relacionado a um fato que teve grande repercussão”, explica.

Os cursinhos preparatórios disponibilizam, em média, quatro aulas na grade horária. “Normalmente são embasadas em tópicos relevantes e todo dia trata-se um assunto diferente. Para isso, nós professores também temos que estar antenados em tudo o que acontece”, afirma Júlio César. As apostilas para o estudo de conhecimentos gerais e específicos possuem os fatos mais importantes abordados nos veículos de comunicação. Mas nem sempre é  suficiente.

Parece fácil, mas não é!

Ao questionar os estudantes sobre as formas de aprendizagem do conteúdo de atualidades, a resposta é unânime: acompanhar as informações dos veículos de comunicação. “Leio bastante. Às vezes, saem umas revistas de atualidades para quem faz provas que exigem esse conteúdo e então leio as matérias”, diz o concurseiro Bruno de Araújo. Contudo, ler jornais, sites de internet, ver televisão ou ouvir rádio não quer dizer que o concurseiro saberá responder corretamente às questões. “Muitos acham que é fácil estudar esse assunto. Mas não é; não adianta só saber o que houve, tem que entender o fato e refletir sobre as consequências causadas na sociedade, pois as bancas cobram de forma ampla. A questão não vai apenas dizer o que aconteceu ”, relata o professor do Alub.

Quem acredita que o conteúdo de atualidades envolve apenas fatos recentes se engana. O professor Urani ressalta a importância de os alunos se atentarem aos antecedentes do fato, ou seja, o que ocasionou o acontecimento. “Não é só o que acontece hoje. Tem que fazer uma base histórica, uma espécie de linha do tempo, para saber em que medida o passado influenciou o presente”, esclarece. Apesar de iniciante nos estudos para concursos públicos, Gabriel Antunes já está por dentro dessa orientação. “Estudar atualidades é saber os fatos que aconteceram nos últimos cem anos”, considera.

Dentre as diversas funções de uma prova de atualidades, Bruno Araújo encontra outro benefício. “Estudar esse conteúdo é uma alternativa de evitar que os alunos dedicados se tranquem em um quarto escuro e fiquem sem contato com o mundo”, brinca.

Como se não bastasse a quantidade de informações a serem estudadas, os concurseiros se deparam com o desafio de atentar-se, também, às curiosidades. “Já tivemos questões em concursos públicos sobre o programa Big Brother Brasil. Por isso, orientamos os alunos a dar uma olhada no que acontece com os famosos”, pondera Urani. O professor Júlio César comenta que fazer um ‘manual do curioso’ pode ser positivo, no qual estejam as principais informações como os nomes de diretores de filmes que tiveram um alto número de espectadores, nacionalidade dos ganhadores do Prêmio Nobel, entre outras.

Além dessa alternativa, os professores orientam que os alunos conheçam a banca examinadora, respondam às últimas provas para saber o nível de cobrança e, também, procurem os clippings (resumos das principais notícias) dos veículos de comunicação. Outra dica do professor do Alub é que os estudantes tenham confiança no que aprenderam. “Às vezes, o examinador inventa fatos que não aconteceram, confundindo o candidato, que não tem segurança e acaba respondendo errado ou pulando uma questão fácil”, finaliza.

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